Carpaccio clássico

Não há quem desconheça carpaccio nos dias de hoje. Carpaccio é entrada, é prato principal, só falta virar sobremesa. É servido em restaurantes italianos, franceses, japoneses e até em pizzarias. Mas será que sempre foi assim? Obviamente que não. Quando a Wessel lançou o carpaccio para consumo doméstico no Brasil em 1980 (um pouco antes, o Hotel Ca'd’Oro o havia lançado em seu restaurante), ninguém sabia o que era isso e, pior, as pessoas tinham até certo preconceito em comer carne crua. Elas perguntavam: “Mas não se trata de carne curada como a bresaola?”. Ao ouvir a negativa, torciam o nariz, mas experimentavam. Até que em abril de 1980, o "Jornal da Tarde" anunciou o lançamento do Carpaccio Wessel com exclusividade, com o seguinte título: “Carne crua, para quem não gosta de carne crua”. Na verdade, o Carpaccio nasceu em Veneza, exatamente no Harry’s Bar, em homenagem ao pintor veneziano Vittore Carpaccio (1460-1525). Era cortado à mão e batido entre duas folhas de celofane, fatia a fatia.

Modo de preparo

Misture todos os ingredientes em uma tigela com exceção do carpaccio, sal, pimenta e parmesão.
 Experimente, se faltar sal (pois a alcaparra é salgada) acrescente um pouco.
Disponha 8 fatias de carpaccio em cada prato. Espalhe o molho sobre a carne e deixe descongelar. Na hora de servir, moa pimenta por cima de cada prato e espalhe o parmesão. Serve 4 pessoas